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31 de Janeiro de 2026

Jefferson Almeida

Joias e relógios: o luxo que atravessa gerações

Quando a conversa é luxo de verdade, quase sempre ela volta para duas palavras: herança e atemporalidade. Joias e relógios atravessam gerações porque unem história, acabamento impecável e um tipo de prestígio que não depende de tendência. E, nesse universo, o charme não está no excesso: está em escolher a peça certa, da casa certa, na linha certa.

No território das joias, algumas maisons viraram linguagem universal. A Cartier é um clássico absoluto com coleções como Love, Juste un Clou, Trinity e Panthère — peças que funcionam como assinatura: reconhecíveis, elegantes e sempre atuais. É o tipo de joia que acompanha a vida real: do casual ao sofisticado, sem esforço.

No território das joias, algumas maisons viraram linguagem universal. Foto: Pixabay

E aí entra uma referência indispensável: Tiffany & Co.. Há um motivo para o “azul Tiffany” ser imediatamente associado a desejo e celebração. Linhas como Tiffany T, HardWear, Return to Tiffany e Lock têm aquela combinação rara de design limpo com impacto visual, sem exagero. São joias com presença — e com o tipo de charme que transforma um detalhe em memória.

Colaboração Tiffany & Co. e Oportunidade do Bem_Créditos @lecanovo

Para completar esse repertório de peso, há outras casas que vivem nesse mesmo patamar de desejo e tradição: Bvlgari, com coleções marcantes como Serpenti e B.zero1, e Van Cleef & Arpels, com o seu inconfundível Alhambra, sinônimo de delicadeza e sofisticação. São marcas que não precisam “provar” nada — elas apenas continuam relevantes, década após década.

Bvlgari/ divulgação Bvlgari_Serpenti Dragoni

No universo dos relógios, o ícone fala mais alto do que a novidade. A Rolex construiu um imaginário poderoso com modelos que se tornaram referência mundial: Submariner, Datejust, Day-Date, GMT-Master II e Cosmograph Daytona. A Omega segue com força quando o assunto é história e precisão, com linhas como Speedmaster, Seamaster e Constellation.

A Rolex construiu um imaginário poderoso com modelos que se tornaram referência mundial: GMT-Master II beautyshot.

A Panerai é outra que tem identidade própria: Luminor e Radiomir são praticamente um “estilo” — presença no pulso e desenho que atravessa o tempo. E, como você lembrou muito bem, a TAG Heuer tem um espaço especial nessa conversa por unir tradição e esportividade, com modelos como Carrera, Monaco, Aquaracer e Formula 1.

E vale reforçar um ponto que muita gente esquece: Cartier também é relógio — e dos mais desejados do mundo. Tank, Santos e Ballon Bleu são exemplos perfeitos de design atemporal: relógios que não envelhecem porque nasceram como ícones. A Montblanc, além do universo da escrita, também entrega relógios sofisticados em coleções como 1858, Star Legacy e TimeWalker, com uma estética clássica e muito bem acabada.

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A Montblanc, além do universo da escrita, também entrega relógios sofisticados em coleções como o Star Legacy. Foto: Montblanc

No fim, joias e relógios de grandes casas representam um luxo raro: permanência. Eles não são só acessórios; são símbolos pessoais, marcos de vida, objetos que guardam memória — e, quando bem escolhidos, viram parte da história de quem usa… e de quem herda.

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