O Santos começou mal a Sul-Americana 2026, ao ser batido, fora de casa, pelo Deportivo Cuenca, por 1 a 0, nesta quarta-feira (8). O gol da vitória foi olímpico, marcado por Mancinelli.
O jogador percebeu Gabriel Brazão distraído e mandou direto pro gol. Com o resultado, o Deportivo Cuenca assume a ponta do grupo D, que também tem San Lorenzo e Deportivo Recoleta. Agora o Santos busca recuperação no Brasileirão, quando recebe o Atlético-MG, no Sábado, às 20h (horário de Brasília).
Em Campo
O primeiro tempo foi equilibrado, com ambas as equipes criando oportunidades, mas sem efetividade nas finalizações. Os donos da casa levaram perigo principalmente pelas laterais do campo, explorando cruzamentos para a área santista.
O Santos, por sua vez, apostou nos contra-ataques e quase abriu o placar com Christian Oliva, que obrigou o goleiro Facundo Ferrero a fazer boa defesa aos 5 minutos.
Moisés também teve chance clara para o Peixe, com finalização colocada que passou rente à trave do time equatoriano.
No retorno do intervalo, o Santos voltou com postura mais ofensiva e quase marcou com Gabriel Bontempo, que acertou o travessão aos 5 minutos da etapa final.
Porém, foi o Deportivo Cuenca que abriu o placar em jogada de bola parada.
Lucas Mancinelli cobrou escanteio fechado da esquerda, a bola tocou na trave, resvalou no goleiro Brazão e morreu no fundo das redes.
Após o gol, o técnico Juan Pablo Vojvoda promoveu mudanças no Santos, colocando Thaciano, Robinho Júnior, Álvaro Barreal e Zé Rafael em campo.
Apesar da pressão nos minutos finais, o time brasileiro não conseguiu o empate, com Thaciano desperdiçando boa chance de cabeça.
A derrota deixa o Santos na última posição do Grupo D, sem pontos, enquanto o Deportivo Cuenca assume a liderança com três pontos.
Na próxima rodada da Sul-Americana, o Peixe terá pela frente o San Lorenzo, da Argentina, enquanto os equatorianos enfrentarão o Deportivo Recoleta, do Paraguai.
As estatísticas mostraram um confronto equilibrado, com o Santos finalizando mais (19 a 14), mas com pouca efetividade, acertando apenas quatro chutes no alvo.
O time brasileiro também teve maior posse de bola (51%), embora não tenha conseguido transformar esse controle em gols.


