Assim que a intervenção foi anunciada, a equipe técnica do IMPCG iniciou os procedimentos para proteger o investimento e assegurar a devolução dos recursos. Através de um estudo que apontou uma insegurança jurídica, foi apresentada uma ação de compensação de créditos com pedido de urgência para assegurar o retorno do investimento feito no banco.
De acordo com o diretor-presidente do IMPCG, Marcos Tabosa, o montante já está protegido pela justiça. “O valor aplicado, de R$ 1,2 milhão, já está totalmente assegurado, assim como o rendimento obtido no período, que soma mais de R$ 227 mil”, comenta.
Ele ainda explica que o sequestro judicial foi feito através do valor que seria repassado pela Prefeitura de Campo Grande em decorrência dos empréstimos feitos pelos servidores do município à instituição. “Mensalmente são repassados ao banco R$ 1,431 mi que foram retidos em folha em decorrência de consignados e, a decisão favorável ao município sequestrou parte desse valor, que não chegou a ser depositado na instituição e sim em uma conta jurídica”, conclui.
Segundo ele, o instituto mantém uma política de investimentos baseada em critérios conservadores, com acompanhamento de um comitê especializado que analisa as aplicações e prioriza instituições com maior grau de segurança.
O município aguarda a conclusão dos trâmites legais para a liberação definitiva dos recursos, resguardando que o investimento seja integralmente restituído ao instituto previdenciário.


