Política
Paulo Corrêa lamenta falecimento do ex-deputado estadual Antônio Braga
O 1º Secretário e deputado estadual, Paulo Corrêa (PSDB), lamentou nesta terça-feira (13) o falecimento do ex-deputado Antônio Braga. “Com profundo pesar, recebi a notícia do falecimento do amigo ex-deputado estadual Antônio Braga. Tive a honra de dividir com ele caminhos na vida pública e testemunhar sua atuação incansável pelo direto à moradia e pela defesa dos mais vulneráveis. Que Deus conforte o coração de seus familiares e amigos neste momento tão difícil”, comentou Paulo Corrêa.
O falecimento ocorreu na nesta manhã. Braga, que estava com 87 anos, era advogado, ex-vereador e ex-deputado estadual. O velório será realizado no Cemitério Jardim das Palmeiras. Ele enfrentava um câncer pulmonar há cerca de um ano. Braga construiu sua trajetória pública com forte atuação junto às comunidades periféricas da Capital, tornando-se uma das principais referências na luta por moradia, regularização fundiária e fortalecimento do movimento comunitário.
Antônio Braga nasceu em 17 de maio de 1938, era natural de Campo Grande, mas foi registrado em Três Lagoas. Começou a trabalhar ainda adolescente como mensageiro da Noroeste do Brasil e se formou em Direito em São Paulo. Mesmo com carreira consolidada fora do Estado, decidiu retornar à Capital, onde montou escritório de advocacia e passou a atuar em causas comunitárias.
Ele Ingressou na política em 1983, quando assumiu o primeiro de seus quatro mandatos como vereador de Campo Grande. Presidiu a Câmara Municipal entre 1995 e 1998 e se destacou pela criação e fortalecimento de associações de moradores em bairros periféricos, sendo autor de diversos projetos de lei que declararam entidades comunitárias como de utilidade pública.
Sua atuação foi decisiva em processos de regularização de áreas ocupadas, desfavelamento e implantação de programas habitacionais em diferentes regiões da Capital, deixando um legado reconhecido por lideranças comunitárias e parlamentares.
Em 1999, Braga foi eleito deputado estadual, sendo reeleito em 2003. Na Assembleia Legislativa, presidiu a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) e exerceu a vice-presidência da Casa. Posteriormente, foi nomeado secretário estadual de Justiça e Segurança Pública, período em que atuou especialmente em ações de enfrentamento aos crimes na faixa de fronteira.

