O ex-governador Reinaldo Azambuja(PL), presidente do Diretório Estadual do partido em Mato Grosso do Sul, confirmou neste domingo(28) ao ConecteMS, que a filiação dos novos membros, vai acontecer nesta segunda-feira (30), às 17 horas, na sede do PL em Campo Grande.
A janela partidária se encerra à meia-noite da próxima sexta-feira(03), período em que deputados estaduais e federais podem trocar de legenda sem risco de perda de mandato.
Com as novas filiações, muda a composição política na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. O PL terá a maior bancada com sete deputados, o PP deve subir para quatro ou cinco integrantes, com a possível entrada de Paulo Duarte, Jamil Name e Lídio Lopes, e a permanência do presidente da Casa, deputado Gerson Claro e Londres Machado.
O ninho tucano fica esvaziado e permanece abrigando apenas os deputados Pedro Caravina e Lia Nogueira. Já a bancada do MDB seguirá com os deputados Junior Mochi (MDB) e Renato Câmara (MDB). A bancada do PT não muda e continua com os deputados Zeca do PT, Pedro Kemp e Gleice Jane. Os deputados Antonio Vaz e Roberto Hashioka permanecerão no Republicanos e União Brasil, respectivamente.
Reeleição de Riedel
O fortalecimento da bancada do PL é um passo decisivo para formação de uma chapa forte para a reeleição do governador Eduardo Riedel. A coligação, até o momento, conta com a Federação União Progressista (UPb), formada por União Brasil e Progressistas (PP), PL, PSDB, MDB, PSD e Republicanos.

Com 78% de aprovação de seu Governo, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada pela CNN Brasil em dezembro de 2025 e com 47,83% das intenções de votos, segundo a última pesquisa contratada pelo Correio do Estado e realizada pelo Instituto de Pesquisa Resultado (IPR) no período de 5 a 9 de março deste ano, Riedel tem a oportunidade de ser reeleito ainda no primeiro turno.
Com uma gestão muito bem avaliada e referendada pela população e intenção de votos beirando 50%, Riedel caminha para fazer uma campanha mais tranquila, evidenciando suas realizações e o que ainda pode construir para fazer com que Mato Grosso do Sul avance em setores estratégicos na economia, no desenvolvimento e também na educação, saúde, inclusão social, habitação, logística, incluindo a geração de emprego e renda que, afinal, trazem resultados diretos para as pessoas em seus bairros, vilas, municípios e regiões.


