sábado, 4 abril 2026
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DDG vira commodity do agro e se consolida na nova indústria do milho

Esse coproduto de alta proteína para nutrição animal impulsiona a sustentabilidade do setor e ganha mercados internacionais, incluindo a China, otimizando o valor da cadeia do milho.

O DDG (Grãos Secos de Destilaria) consolidou-se como um pilar estratégico da indústria brasileira de etanol de milho, com exportações superando 879 mil toneladas em 2025.
As exportações de DDG/DDGS avançaram 9,77% em 2025, atingindo 879.358 toneladas para mais de 25 mercados, refletindo a expansão das usinas de etanol de milho. A Inpasa realizou o primeiro embarque para a China, consolidando o produto brasileiro no maior mercado agropecuário mundial.
Rico em proteínas e fibras, o DDG substitui com eficiência o farelo de soja e o milho em rações para gado, suínos e aves, com variações de proteína (18% a 45%).

A produção de etanol de milho prevê chegar a 10 bilhões de litros na safra 2025/26, aumentando diretamente a oferta de DDG como coproduto essencial.

A expansão do DDG e DDGS (com maior teor de óleo) transforma o Brasil em um player global em proteína animal de baixo carbono, maximizando a eficiência produtiva no Centro-Oeste e novas regiões como o Nordeste.
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