A declaração foi dada após a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (19) apontar que o senador caiu seis pontos percentuais desde abril após a divulgação do áudio entre o pré-candidato do PL e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do extinto Banco Master.
Flávio agora soma 41,8% das intenções de voto contra 48,9% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno da eleição presidencial. No último levantamento, Flávio tinha 47,8%, enquanto o petista somava 47,5%.
O PL acionou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pedindo a suspensão do resultado da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, alegando que o questionário direcionou negativamente os entrevistados ao exibir áudio de Flávio para Vorcaro.
Questionado se há um piso nas intenções de voto para manter Flávio na corrida presidencial, Marinho afirmou que “não existe” e que a candidatura está mantida.
A pré-campanha de Flávio trata a crise após o áudio com Vorcaro como temporária e busca uma estratégia de reação. O entorno do senador avalia que a queda era esperada, mas há tempo para recuperação.
A especulação sobre o futuro da candidatura de Flávio ocorre na esteira da divulgação de um áudio em que o senador pede ao empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, dinheiro para o filme “Dark Horse”, sobre a vida do pai.
A repercussão impactou diretamente a imagem de Flávio nas redes sociais e lançou dúvidas entre aliados de Flávio sobre o futuro da campanha.
Nesta terça-feira, Flávio se reunirá com deputados e senadores do PL. A ideia é que o pré-candidato se fortaleça internamente.


