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quinta-feira, 21 maio 2026
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Em cenário de alta competitividade, bioativos avançam no manejo agrícola

A integração entre natureza, ciência e tecnologia permite desenvolver formulações mais eficientes, sustentáveis e alinhadas às demandas do agricultor.

A busca por maior produtividade tem levado a agricultura a adotar soluções que combinam nutrição, tecnologia e manejo fisiológico das plantas. Extratos de algas e botânicos integram essas estratégias modernas de manejo

Em um cenário de alta competitividade, o equilíbrio nutricional se tornou essencial para melhorar o desenvolvimento das culturas, aumentar a eficiência no uso de insumos e reduzir os efeitos de condições adversas.

Segundo Bruno Neves, engenheiro agrônomo e gerente técnico da BRQ Brasilquímica, parte desse desempenho começa na transformação de recursos naturais em insumos agrícolas.

Minerais como fósforo, potássio, calcário e silício passam por processos que permitem seu uso como fertilizantes ou remineralizadores de solo, contribuindo para a reposição de nutrientes e para a melhoria das características químicas e físicas do solo.

Micronutrientes, como manganês e zinco, também ganham maior disponibilidade e eficiência por meio de processos industriais.

Além deles, aminoácidos de origem vegetal, animal ou microbiana vêm sendo usados em fertilizantes especiais e bioinsumos para favorecer a absorção e o aproveitamento de nutrientes pelas plantas.

Extratos de algas e botânicos completam essas estratégias modernas de manejo. Ricos em compostos bioativos, eles estimulam crescimento, fotossíntese, resistência a patógenos e tolerância a estresses ambientais.

Para Neves, a integração entre natureza, ciência e tecnologia permite desenvolver formulações mais eficientes, sustentáveis e alinhadas às demandas do agricultor.

“Em um cenário de alta competitividade e margens cada vez mais ajustadas, o sucesso da agricultura brasileira é resultado direto do avanço tecnológico e da capacidade de transformar conhecimento em escala de produção, com eficiência e sustentabilidade”, conclui Bruno Neves.

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