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quinta-feira, 28 maio 2026
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Projeto Circula Cultura MS encerra primeira edição com público de 25 mil pessoas em 42 municípios de Mato Grosso do Sul

A primeira edição do projeto Circula Cultura MS chegou ao fim nesta semana, consolidando-se como uma das maiores ações de circulação cultural já realizadas em Mato Grosso do Sul.

A última apresentação ocorreu no dia 24 de maio, em Naviraí, com o espetáculo de circo Fuzarca, do grupo Trupior, além de apresentações de artistas locais. Desde o início da programação, em 23 de abril, em Sonora, o projeto percorreu 42 municípios e alcançou um público total de aproximadamente 25 mil pessoas.

O Circula Cultura MS levou atividades socioculturais, educativas e de conscientização por meio de uma carreta-palco adaptada para apresentações artísticas. Em cada cidade, a programação foi construída valorizando as características locais, reunindo atrações de música, dança, teatro, circo, capoeira e manifestações da cultura popular.

Ao todo, mais de 110 atrações locais integraram a programação, ampliando significativamente o alcance do projeto, que ultrapassou 200 apresentações entre atrações selecionadas e artistas convidados pelos municípios. Além do fortalecimento cultural, a iniciativa movimentou a economia criativa por meio da participação de feiras, artesanato e gastronomia regional.

Financiado pela Política Nacional Aldir Blanc do Governo Federal e operacionalizado pelo Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (Setesc) e da Fundação de Cultura de MS (FCMS), com produção da Flor e Espinho Teatro, o Circula Cultura MS encerra sua primeira edição com resultados expressivos.

Sao todo, foram 25 espetáculos selecionados com duas apresentações cada, totalizando 50 apresentações iniciais, além da participação ampliada dos municípios, que acrescentaram mais de 80 atrações musicais, 68 apresentações de dança e mais de 25 apresentações de teatro e circo.

Somadas às ações locais, o projeto ultrapassou 200 apresentações culturais, consolidando-se como uma das maiores iniciativas de circulação artística já realizadas em Mato Grosso do Sul e reforçando o papel da cultura como ferramenta de inclusão, valorização dos territórios e fortalecimento da economia criativa.

Segundo a diretora e produtora cultural da Organização da Sociedade Civil Flor e Espinho Teatro, Nair Gavilan, “o projeto cumpriu um papel importante na descentralização do acesso à cultura, levando oportunidades para artistas do interior, fortalecendo identidades regionais e impulsionando a economia criativa nos municípios participantes”.

Para o coordenador do projeto e diretor da Flor e Espinho Teatro, Anderson Lima, “o Circula Cultura MS ampliou o espaço para apresentações de artistas locais e projetos sociais, oferecendo estrutura técnica de qualidade e consolidando-se como uma das maiores iniciativas de circulação cultural já promovidas no Estado”.

O diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Edu Mendes, destacou que os resultados demonstram a força das políticas públicas voltadas à democratização do acesso à cultura.

– “Encerrar a primeira edição do Circula Cultura MS com 42 municípios atendidos, mais de 25 mil pessoas alcançadas e centenas de apresentações realizadas é a confirmação de que investir em cultura é investir em pertencimento, identidade e desenvolvimento para todas as regiões do nosso Estado. O Circula mostrou que a arte precisa chegar onde as pessoas estão, valorizando talentos locais, fortalecendo tradições e movimentando a economia criativa dos municípios. Para nós, da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, esse resultado representa um compromisso cumprido com a descentralização das políticas culturais, ampliando o acesso e criando oportunidades para artistas, produtores e trabalhadores da cultura no interior. Ver cada cidade ocupando o caminhão-palco com suas próprias expressões culturais demonstra a força e a diversidade da produção sul-mato-grossense. Seguimos com o compromisso de construir políticas públicas que façam a cultura circular, chegar mais longe e transformar vidas”, afirmou.

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