A senadora Tereza Cristina (PP-MS) indicou a aliados, nesta quinta-feira (30/7), que aceitou o convite para ser candidata a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL). A Senadora ainda não confirmou a informação, mas nos bastidores de Brasília a definição de Tereza é dada como certa.
A Senadora havia recusado o pedido publicamente para priorizar o Senado, mas negociação teria avançado nesta semana.
Ex-ministra da Agricultura e uma das principais lideranças do agronegócio, Tereza Cristina era considerada desde o início o nome preferido de Flávio para ocupar a vice.
Mesmo com a recusa da senadora que alegou prioridade na disputa pela Presidência do Senado, dirigentes do PL e do PP mantiveram as negociações abertas na tentativa de construir uma aliança mais ampla para a eleição presidencial.
Federação
A composição, no entanto, ainda depende da aprovação da Federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, além do aval formal do PP em convenção partidária.
Após o sinal verde da senadora, o presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, iniciou consultas aos diretórios estaduais para medir o apoio à aliança.
A senadora vinha sendo pressionada, nas últimas semanas, por dirigentes do PL e representantes do empresariado e do agronegócio a integrar a chapa. Segundo um dirigente do União Brasil disse, sob reserva, “tiveram uma conversa com ela ontem, e ela realmente balançou”.
Há poucos dias, Tereza Cristina chegou a discutir a possibilidade com Valdemar, mas ainda resistia ao convite. Na ocasião, segundo o dirigente do PL, ela manifestou preferência por permanecer no Senado e disputar a presidência da Casa em 2027. Anteriormente, Valdemar já havia afirmado que esse era o principal motivo para a senadora recusar a vaga de vice.


