- Comprometer mais de 50% com o pagamento de dívidas;
- Ter uma renda que, após o pagamento das dívidas, fique abaixo da linha da pobreza (R$ 500 a R$ 600);
- Inadimplência;
- Multimodalidade (quando a pessoa tem financiamentos em diferentes modalidades).
“As famílias utilizaram o aumento da renda disponível para ampliar seu endividamento, com maior demanda por modalidades mais onerosas, como cartão de crédito e crédito não consignado”, diz o relatório.
Na semana passada, o Banco Central adotou três novas medidas para ampliar a proteção dos consumidores do endividamento. As resoluções contemplam ações contra ofertas inadequadas ou abusivas e maior transparência antes da contratação de operações de crédito.
Além do endividamento das famílias, a capacidade de pagamento de empresas também permanece desafiadora.
“Embora não haja sinais de deterioração relevante na maioria das corporações, aumentou o número de empresas com lucro líquido menor e despesa financeira líquida maior, indicando margem de segurança mais estreita para honrar dívidas”, afirma.


