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05 de Janeiro de 2026

Política

EUA atacam Venezuela na madrugada e capturam Maduro para ser julgado por narcoterrorismo em Nova Iorque

Foto Reprodução

O presidente dos EUA Donald Trump confirmou a captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, durante uma operação militar de grande escala realizada em território venezuelano na madrugada de hoje.

Autoridades dos EUA informaram que a ação teve como objetivo executar mandados de prisão pendentes e que Maduro já foi retirado da Venezuela para ser julgado em solo americano.

Operação Militar

A missão, descrita por especialistas como de “velocidade impressionante”, teria sido executada pela Força Delta do Exército com apoio da polícia dos EUA e rastreamento da CIA. Os ataques começaram por volta das 3h (horário de Brasília) e atingiram alvos em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

Testemunhas relataram explosões e a presença de helicópteros e aeronaves de elite por cerca de 90 minutos. Em resposta, o governo venezuelano decretou emergência nacional e mobilizou planos de defesa, embora a vice-presidente Delcy Rodríguez tenha admitido que o paradeiro de Maduro era desconhecido pela gestão local após a incursão.

“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado e levado para fora do país juntamente com sua esposa”, disse o presidente norte-americano.

“Esta operação foi realizada em conjunto com as forças policiais dos EUA. Mais detalhes em breve. Haverá uma coletiva de imprensa hoje, às 11h, em Mar-a-Lago. Obrigado pela atenção!”

O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, rejeitou a presença de tropas estrangeiras no país e classificou o ataque de “vil e covarde”. Padrino pediu ajuda internacional.

Trump acusa Maduro de liderar uma organização criminosa voltada para o tráfico internacional de drogas. Bombardeios norte-americanos a barcos nas águas do Caribe ocorreram nos últimos meses.

Prova de Vida

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, exigiu na manhã deste sábado (03) provas de vida do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores, cujo paradeiro é desconhecido após os ataques dos Estados Unidos. 

Rodriguez denunciou o bombardeio militar norte-americana na capital e nos estados de Aragua, Miranda e La Guaira, que resultou na morte de civis.

Segundo a vice-presidente, o presidente Maduro já havia alertado a população sobre um possível ataque dessa natureza, que afetaria civis em diversas partes do país. Em resposta à situação, a defesa nacional foi acionada seguindo as instruções do presidente.

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