agronegócio
Manejo inadequado continua reduzindo produtividade de pastagens no Brasil
Estudos técnicos realizados no país indicam que falhas de manejo seguem sendo uma das principais causas da perda de produtividade das pastagens. Problemas na implantação, no manejo inicial e no pastejo comprometem o aproveitamento das forrageiras, reduzem ganhos de peso e produção de leite, além de elevar o custo por hectare na pecuária.
Pesquisas mostram que muitas perdas estão relacionadas ao descompasso entre o potencial genético das cultivares e práticas de manejo inadequadas ou genéricas. Forrageiras tropicais, desenvolvidas para alta produtividade e melhor valor nutricional, necessitam de ajustes específicos para expressar plenamente seus atributos.
Um estudo conduzido pelo Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), em Uberlândia, evidenciou que o manejo do pastejo do capim Mavuno influencia diretamente a estrutura do dossel, a proporção de folhas e a qualidade da forragem. O levantamento também apontou as alturas mais adequadas para sistemas de lotação contínua.
De forma geral, os trabalhos reforçam que a correta implantação da pastagem, com atenção à fertilidade e à correção do solo, é determinante para o desempenho das forrageiras. A ausência de análise química limita o desenvolvimento radicular e reduz a eficiência do uso de fertilizantes. Erros na fase inicial comprometem a rebrota, diminuem a vida útil do pasto e aceleram a degradação.
Segundo avaliação da Wolf Sementes, esses problemas persistem devido à subestimação do manejo desde a implantação. Para o capim Mavuno, a empresa recomenda solos devidamente corrigidos, preparo adequado da área e ajustes precisos de pastejo. Com base nesse cenário, a Wolf Sementes passou a oferecer orientação técnica pós-compra, acompanhando os clientes desde o plantio até períodos críticos, como a seca, com o objetivo de ampliar a eficiência produtiva no campo.

