Entre janeiro a agosto de 2025, os embarques da proteína alcançaram US$ 9,6 bilhões, um recorde para o período e 34,5% acima do valor registrado em igual intervalo de 2024, de US$ 7,1 bilhões.
No acumulado de janeiro a agosto de 2025, as exportações brasileiras de carne bovina fresca, congelada e resfriada atingiram, em receita, US$ 9,6 bilhões, um recorde para o período e 34,5% acima do valor registrado em igual intervalo de 2024, de US$ 7,1 bilhões (recorde anterior), e um acréscimo de 35% na comparação com o resultado obtido entre janeiro e agosto de 2023 (US$ 5,9 bilhões), de acordo com os dados oficiais da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), divulgados nesta sexta-feira (5/9).
Em volume, as vendas externas no acumulado dos primeiros oito meses de 2025 totalizaram 1,8 milhão de toneladas (em números arredondados), também um resultado histórico para o período e avanço quase 15% sobre o desempenho alcançado no mesmo período de 2024 (em torno de 1,6 milhão de toneladas) e aumento de 50% em relação ao resultado de igual intervalo de 2023, de 1,2 milhão de toneladas
Forte domínio da China
No período de janeiro a agosto de 2025, a China respondeu, em faturamento, por 51,7% das exportações totais do Brasil, ou US$ 5 bilhões.
Os EUA, que em agosto/25 caíram para a quinta posição no ranking dos maiores compradores da proteína brasileira, ocuparam o segundo lugar no acumulado dos 8 meses de 2025, com compras de US$ 889,91 milhões, com participação de 9,4%.


