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São Paulo segue como capital dos studios de investimento
Mesmo diante de ajustes no cenário econômico, debates sobre tributação e maior atenção à gestão dos ativos, São Paulo mantém sua posição como principal mercado de studios voltados ao investimento no Brasil. O modelo compacto continua atraindo compradores que buscam liquidez, diversificação patrimonial e renda recorrente, especialmente em regiões bem conectadas e com vocação para locação de curta e média duração.
O perfil do investidor também evoluiu. Hoje, não se trata apenas de adquirir um imóvel pequeno, mas de entender o produto como ativo financeiro. Localização estratégica, metragem funcional, infraestrutura do condomínio e potencial de operação profissional passaram a pesar tanto quanto o preço de entrada. Bairros próximos a eixos corporativos, universidades, hospitais e polos de serviços seguem entre os mais procurados.

Outro ponto decisivo é a gestão. Em um mercado mais competitivo e regulado, quem opera de forma estruturada — com controle de custos, precificação dinâmica e experiência do hóspede — consegue manter bons índices de ocupação e rentabilidade. Já o investidor que encara o studio como “renda automática” sente mais os efeitos das mudanças.
Ainda assim, os números mostram resiliência. A demanda por hospedagens flexíveis, moradias temporárias e estadias prolongadas continua alta em São Paulo, impulsionada por executivos, estudantes, profissionais da saúde e turistas que buscam mobilidade urbana e praticidade.

No fim das contas, o studio segue sendo um produto inteligente, desde que tratado com visão estratégica. Mais do que nunca, não vence quem compra mais barato, mas quem compra melhor — entendendo o mercado, o momento e o perfil do público que irá ocupar aquele espaço.

São Paulo segue como capital dos studios de investimento — e eu falo com vivência
São Paulo mantém sua posição como um dos mercados mais consistentes do Brasil quando o assunto é studio para investimento. Mesmo com ajustes no cenário econômico e novas discussões sobre regras e tributação, o que segue definindo o sucesso do imóvel compacto é simples: localização, liquidez e gestão profissional.
O studio se consolidou porque conversa com um estilo de vida real: mobilidade, praticidade e estadias mais curtas, seja para trabalho, lazer, saúde ou estudos. Em bairros estratégicos, próximos a corredores de transporte, polos empresariais e serviços, a procura por esse formato continua alta. E não é apenas uma tendência — é comportamento de cidade grande.
E aqui faço questão de falar não só como observador, mas como alguém que vive isso na prática. Há três anos, eu opero um studio na Rua Bela Cintra, em São Paulo, alugado via Airbnb — e a experiência tem sido extremamente positiva. O imóvel se tornou um ativo consistente, com bom desempenho e aceitação do público, reforçando que studio bem posicionado e bem administrado pode, sim, unir ocupação, rentabilidade e valorização.
Esse aprendizado prático me levou a dar um passo a mais. No final de 2026, receberei o meu segundo apartamento studio, comprado na planta, em um lançamento localizado na Rua Pará, com a Rua Angélica, no bairro de Higienópolis — uma região estratégica, conectada e com demanda contínua para esse tipo de produto.
A partir dessa vivência, passei a me especializar na venda de apartamentos studio na cidade de São Paulo, entendendo que o investidor de hoje busca muito mais do que metragem: ele quer estratégia, segurança e visão de longo prazo. Localização correta, perfil do público, padrão do empreendimento e viabilidade de operação fazem toda a diferença no resultado final.
É nesse contexto que nasce a Imobiliária Jefferson de Almeida, focada em orientar clientes com base em experiência real, transparência e leitura de mercado. Porque studio segue sendo um produto inteligente — desde que comprado com critério e tratado como ativo.
Imobiliária Jefferson de Almeida LTDA — Creci Jurídico SP 051016; Creci Pessoa Física SP 242838
WhatsApp: (67) 98425-5330
… Bom dia! “Nunca estrague o seu presente por um passado que não tem futuro.”
… Abraço aos aniversariantes de hoje: Pollyana Caetano Rocha, Maria Conceição Rodrigues, Américo Nicolatti, Marcos Vinicius Amaral Costa, Ruzenir Gonçalves Borges, Luan Sandeski, Carlos Nantes, Gardênia Coleti Freitas, Juliana Jardim, Dayana Maciel, Marcia Martins, Rodrigo Camarão, Priscila Camargo, Paulo Pereira de Lima, Gislaine Torres, Carlos Brito e William Tokikawa. Happy birthday!
… Hoje terça-feira (27/01), começa a primeira reunião do Copom de 2026, com dois dias de debates (27 e 28/01) e decisão da Selic prevista para a noite de quarta-feira. É um daqueles momentos em que o mercado olha menos para o “número” e mais para a sinalização do Banco Central sobre os próximos passos.
… Na véspera, a expectativa majoritária captada por pesquisa da Reuters é de manutenção da Selic em 15% nesta reunião de 28/01. O ponto sensível é o tom do comunicado: ele pode reforçar a leitura de que os primeiros cortes só viriam mais à frente, com destaque para o mês de março como janela provável.
… Em Paris, a agenda internacional entra em semana decisiva com a Haute Couture Spring/Summer 2026, de 26 a 29/01, no calendário oficial da federação. Além dos desfiles, é um termômetro de comportamento e imagem para 2026, porque dita referências de styling, beleza e “tema de conversa” que repercute em eventos e sociedade.

… A Pinacoteca de São Paulo já colocou 2026 na rua com a informação de que o ano terá 16 mostras distribuídas entre Pina Luz, Pina Estação e Pina Contemporânea. A programação envolve nomes de peso e projetos inéditos, o que fortalece a capital como agenda cultural constante (não só de “fim de semana”).
… Nos EUA, a semana começa com impacto real do forte inverno: a Reuters reportou, nesta segunda-feira (26/01), cerca de 3.800 voos cancelados e mais de 1.000 atrasos logo cedo, após um domingo de cancelamentos ainda mais elevado. Para quem tem conexão ou viagem internacional, o recado é acompanhar status de voo e reacomodação com antecedência, porque a malha segue instável.






