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sexta-feira, 12 junho 2026
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“É fundamental que políticas públicas gerem mais emprego e novos negócios para o centro de Campo Grande”, Jaime Verruck ao receber diagnóstico da CDL/CG

Dados da Câmara de Dirigentes Lojistas de Campo Grande (CDL/CG), apontam queda de 60% nas transações comerciais e 55% no faturamento varejista. 

As demandas dos comerciantes da região central de Campo Grande estão reunidas em um relatório, elaborado pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Campo Grande (CDL/CG), entregue ao ex-secretário de Desenvolvimento de Mato Grosso do Sul, Jaime Verruck.

– “Constam no diagnóstico questões como: segurança pública, necessidade de creche, promoção do Centro. A atração de novos empreendimentos para a região também é importante. Então, para nós está muito claro qual é o caminho que os comerciantes desejam”, afirmou Verruck.

Segundo Verruck, pré-candidato a deputado federal pelo Republicanos, a intenção é que se pense em ações efetivas para  ampliar e retomar o crescimento do comércio na região.

– “Acredito que é fundamental olharmos para ações de política pública que efetivamente possam melhorar, ampliar as atividades, os empregos e o número de consumidores que vêm até a área central da cidade”, completou Verruck.

Cenário — Dados da Câmara de Dirigentes Lojistas de Campo Grande (CDL/CG), referentes a julho de 2025, indicam redução de 75,9% no número de empresas ativas entre 2018 e 2025, com o comércio sofrendo a maior retração (-84,7%).

O levantamento, que analisou o quadrilátero central (Ruas Rui Barbosa e 26 de agosto e Avenidas Calógeras e Mato Grosso),  também aponta queda de 60% nas transações comerciais e 55% no faturamento varejista.

Para o presidente da CDL/CG, Adelaido Figueiredo, a construção de soluções passa pelo diálogo e pela participação de pessoas que possam contribuir com novas ideias e propostas para o desenvolvimento da cidade e do estado.

“É um momento em que buscamos pessoas que têm conhecimento, pessoas como ele [Verruck],  justamente para contribuir, ajudar a pensar o modelo de cidade que nós queremos, o modelo de estado que nós queremos. Nós, da entidade que representa o setor varejista, temos a preocupação de apresentar possibilidades”, destacou Figueiredo.

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