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Da capital ao interior, Cláudio Mendonça incorpora na campanha de Contar os grandes desafios dos pequenos negócios que precisam chegar ao Senado

Suplente na chapa ao Senado, diretor superintendente licenciado do Sebrae/MS está contribuindo com propostas voltadas ao fortalecimento dos pequenos negócios, à geração de empregos e ao desenvolvimento econômico de Campo Grande e dos municípios do interior.

A participação de Cláudio Mendonça, diretor superintendente licenciado do Sebrae/MS, como suplente na chapa ao Senado encabeçada pelo Capitão Contar (PL), abriu espaço relevante durante toda a campanha eleitoral, para que o empreendedorismo e o fortalecimento dos pequenos negócios ganhassem destaque na agenda política das eleições de 2026 em Mato Grosso do Sul.

Com experiência na condução de iniciativas de apoio aos micros e pequenos empreendedores, Mendonça inseriu no debate eleitoral, junto com Capitão Contar, demandas relacionadas ao acesso ao crédito, à qualificação profissional, à inovação, à desburocratização e à expansão das oportunidades de negócios, tanto na Capital quanto nos municípios do interior.

A experiência na gestão do Sebrae/MS oferece uma perspectiva para discutir como decisões tomadas em Brasília impactam diretamente o empreendedor que abre uma loja em Campo Grande, administra uma pequena indústria no interior ou busca ampliar sua empresa.

Juntos, Contar e Cláudio, estão conduzindo uma agenda que conecta as demandas locais às decisões federais, sem limitar o debate ao apoio técnico aos empreendedores.

Empreendedorismo como estratégia de desenvolvimento regional

O principal diferencial que Cláudio Mendonça insere na campanha está na possibilidade de conectar as necessidades dos empreendedores às políticas públicas discutidas no Congresso Nacional.

A partir dessa perspectiva, a agenda de empreendedorismo está organizada em cinco frentes principais:

  • Desburocratização: simplificação de procedimentos para abertura e regularização de empresas.
  • Acesso ao crédito: ampliação das oportunidades de financiamento e orientação financeira para pequenos negócios.
  • Capacitação: formação em gestão, planejamento, vendas e transformação digital.
  • Inovação: estímulo à modernização de empresas e à adoção de novas tecnologias.
  • Desenvolvimento municipal: fortalecimento das economias locais, respeitando as vocações produtivas de cada região.

Reforma tributária e proteção ao Simples Nacional

A transição para o novo sistema tributário está entre os assuntos que exigem atenção das micro e pequenas empresas. A implementação do IBS e da CBS demanda adaptação dos sistemas fiscais, revisão de procedimentos e planejamento empresarial.

Em setembro de 2026, entidades e órgãos públicos ampliaram as ações de orientação aos empresários sobre as novas regras. Nesse sentido, Cláudio e Contar, já definiram uma atuação conjunta no Senado, com base nas seguintes ações:

  • Acompanhamento dos impactos da reforma tributária sobre as empresas optantes pelo Simples Nacional.
  • Simplificação das obrigações acessórias e redução dos custos de conformidade.
  • Diálogo com entidades empresariais para identificar dificuldades durante a transição.
  • Avaliação dos efeitos da tributação sobre o capital de giro e a competitividade dos pequenos negócios.

A discussão sobre o tratamento tributário das empresas menores precisa considerar a legislação aprovada, a regulamentação vigente e os efeitos econômicos que forem identificados ao longo da transição.

Crédito acessível e financiamento para empreendedores

O acesso a recursos financeiros é um dos desafios que também estão incorporados à agenda nacional. Pequenas empresas frequentemente precisam de capital para comprar equipamentos, ampliar instalações, contratar trabalhadores e atravessar períodos de menor faturamento.

Entre os temas de Contar e Cláudio estão o fortalecimento de programas como o Pronampe e o ProCred 360, além da avaliação de mecanismos que facilitem o acesso de empresas de menor porte a recursos com prazos e custos compatíveis com sua capacidade de pagamento.

Desburocratização e ambiente de negócios

A simplificação da relação entre empresas e poder público é primordial para o desenvolvimento econômico. O objetivo é reduzir etapas desnecessárias, facilitar o cumprimento das obrigações e melhorar a previsibilidade para quem pretende investir.

A experiência de Cláudio Mendonça no âmbito o Programa Prefeitura Empreendedora contribui para essa discussão ao aproximar as práticas municipais das propostas de aperfeiçoamento da legislação federal.

Inovação, digitalização e competitividade

A modernização tecnológica é outro tema relevante para a agenda das micros, pequenas e médias empresas. O debate amplifica as demandas para o acesso a ferramentas digitais, capacitação para gestão de dados, comércio eletrônico, automação e inovação nos processos produtivos.

Para Mato Grosso do Sul, a discussão inclui a integração de empreendedores a cadeias produtivas da indústria, do agronegócio, do turismo e dos serviços, levando em consideração as diferentes estruturas econômicas dos municípios.

Compras públicas e acesso a mercados

A ampliação da participação dos pequenos negócios nas compras governamentais é um instrumento de desenvolvimento local e regional.

O trabalho de Cláudio Mendonça, desenvolvido junto às prefeituras, incluindo iniciativas reconhecidas no Prêmio Prefeitura Empreendedora, oferece referências para debater capacitação de fornecedores, melhoria dos processos de contratação e acesso de empresas menores aos mercados institucionais.

Exportação e integração às cadeias produtivas

O acesso de pequenas empresas ao mercado externo é essencial para abertura de novas frentes de negócios para o empreendedorismo de Mato Grosso do Sul.

Em 2025, foi sancionada legislação criando incentivo fiscal às exportações de micro e pequenas empresas, com mecanismo de devolução de tributos federais pagos na produção de bens.

Pequenos Negócios em Campo Grande

Na Capital, uma agenda de desenvolvimento voltada aos pequenos negócios vai priorizar, ainda mais, a aproximação entre empreendedores, poder público e instituições de apoio empresarial.

Se Campo Grande concentra grande parte das atividades de comércio e serviços, os municípios do interior apresentam realidades econômicas distintas. A agricultura familiar, o agronegócio, o turismo, a indústria, o artesanato e os serviços locais demandam políticas de apoio específicas.

Nesse cenário, a experiência de Cláudio Mendonça com as prefeituras está incorporada a uma proposta de municipalismo econômico. A ideia é estimular ações articuladas com gestores municipais, associações comerciais e entidades do setor produtivo.

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