HomeConecte BrasíliaFake News: Flávio não vai acabar com Bolsa Família

Fake News: Flávio não vai acabar com Bolsa Família

O senador Flávio Bolsonaro (PL) acusou, nesta segunda-feira (19/10), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de divulgar informações falsas sobre uma proposta para o Bolsa Família em um eventual governo dele.

A polêmica sobre o tema teve início após uma entrevista da economista Daniella Marques, coordenadora econômica da campanha de Flávio, à rádio CBN da Bahia.

Ela disse que o programa terá um período de transição de dois anos após o beneficiário conseguir um emprego ou abrir um negócio, caso o candidato seja eleito. Após esse prazo, os favorecidos seriam desligados do Bolsa Família.

Flávio declarou que Lula divulga uma mentira ao afirmar que o programa terminaria no prazo de dois anos.

O senador rebateu a alegação, assegurou que o auxílio aos beneficiários está garantido e pediu que a população compartilhe seus esclarecimentos com urgência para combater as versões divulgadas pelos adversários.

“O futuro ex-presidente, o Lula, está espalhando uma fake news daquelas cabeludas. E qual é a mentira que ele está contando? Ele está dizendo por aí que eu acabaria com o Bolsa Família em até dois anos. É óbvio que isso não vai acontecer, é óbvio que isso é mentira. Você que recebe o Bolsa Família, fique tranquilo: o seu benefício está garantido”, afirmou.

Incentivo ao emprego e apoio a novos negócios

O candidato detalhou a proposta criada para incentivar o crescimento financeiro das famílias assistidas. De acordo com o senador, o cidadão que conseguir um trabalho de carteira assinada ou optar por abrir uma empresa própria manterá o recebimento do Bolsa Família por até dois anos.

A iniciativa estabelece assistência financeira em situações adversas: se a pessoa for demitida do novo posto de trabalho ou o negócio individual não obtiver sucesso durante o período, ela volta a receber o benefício no mesmo dia.

Ao defender a medida, Flávio confrontou o modelo vigente na administração de Lula. O senador apontou que, atualmente, quem deixa de receber a quantia é submetido a uma fila gigantesca, passando meses à espera da liberação para retomar os repasses.

O filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que o grupo rival age por desespero e recorre a uma estratégia baseada em assustar as pessoas. Ele afirmou que essa conduta busca disfarçar o medo da insegurança nas ruas e o endividamento popular gerado pela incapacidade do governo atual em gerenciar as contas, situação responsável por provocar o atraso no pagamento das contas dos cidadãos.

NOTÍCIAS RELACIONADAS

ÚLTIMAS NOTÍCIAS