O governador reeleito Eduardo Riedel (PP), os senadores eleitos Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL), os deputados federais reeleitos, Marcos Pollon (PL) e Rodolfo Nogueira (PL), além da deputada federal eleita, Mara Caseiro (PL), reforçaram nesta quarta-feira (7), em Brasília, a mobilização de Mato Grosso do Sul para o segundo turno da eleição presidencial.
Os grupo participou da reunião nacional do PL com Flávio Bolsonaro, lideranças de diferentes regiões do país e integrantes das bancadas eleitas. Durante o evento, Reinaldo anunciou uma megareunião em Campo Grande, na próxima quarta-feira (14).
O encontro definiu estratégias para a reta final da campanha, com foco na ampliação das alianças, mobilização das bases nos estados e busca por eleitores que não compareceram às urnas ou votaram em outros candidatos no primeiro turno.

O encontro reuniu governadores eleitos e reeleitos, senadores e integrantes da nova bancada federal, além de lideranças do PL e partidos aliados, entre elas o presidente do PL Nacional, Valdemar da Costa Neto, senador Rogério Marinho (PL), governador eleito do Paraná, Sérgio Moro (PL), as senadoras eleitas Michele Bolsonaro (PL) e Bia Kicis(PL), a governadora do DF, Celina Leão (PP) que disputa a eleição em 2º turno e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL/MG).
Riedel: Mobilização Continua
Riedel afirmou que Mato Grosso do Sul entrará imediatamente em uma nova etapa de mobilização e que as lideranças políticas do Estado permanecerão em campanha até a votação de 25 de outubro.
“Agora é mobilizar todas as lideranças, continuar em campanha até o dia 25 de outubro para ampliar a vantagem do Flávio em Mato Grosso do Sul, fazendo a nossa parte”, afirmou.
Segundo o governador, a estratégia passa por ampliar o diálogo com segmentos do eleitorado que ainda não aderiram à candidatura.
“Vamos dar o nosso máximo para ampliar a votação que Flávio alcançou no Estado, mobilizando aqueles que não foram votar, aqueles que tiveram dúvida, aqueles que escolheram outros candidatos nesse primeiro turno. Vamos convencê-los a caminhar junto com a proposta do Flávio”, declarou Riedel.
No Primeiro turno, Flávio alcançou em Mato Grosso do Sul, 58,60% dos votos, enquanto Lula obteve 34,68%. Riedel foi reeleito governador no primeiro turno com 67,07% dos votos válidos, enquanto Reinaldo recebeu 903.554 votos para o Senado e Capitão Contar conquistou 856.045 votos.
O governador disse ainda ter convicção na vitória do candidato. “Nós temos muita convicção de que o Flávio vai ser eleito presidente do Brasil e dar um novo rumo para o Brasil”, afirmou.
Reinaldo articula novas adesões e anuncia megareunião
Eleito senador e presidente do PL em Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja afirmou que o movimento para ampliar a base de apoio já começou e envolve inclusive prefeitos que estiveram em outro campo político no primeiro turno.
“Ontem mesmo, conversando com os prefeitos, tivemos alguns que inclusive apoiaram o outro lado e já se manifestaram. Estarão com a gente na quarta-feira que vem, dia 14, numa reunião ampliada, participando e declarando apoio à candidatura do Flávio”, afirmou.
Reinaldo avalia que a campanha pode crescer no Estado com a incorporação dessas novas lideranças e com uma agenda voltada principalmente à economia.
“A verdadeira mudança para o Brasil é a eleição do Flávio, com um projeto mais estruturante, que se preocupe com o desenvolvimento, com a redução do endividamento das famílias e que apoie os setores que movimentam a economia: o agro, o comércio, a indústria e o setor de serviços”, disse.
“Tenho certeza de que em Mato Grosso do Sul nós vamos crescer. Agora esperamos também crescer no Brasil”, acrescentou o senador eleito.
Contar estabelece meta de 70%
Capitão Contar afirmou que toda a estrutura organizada durante o primeiro turno permanecerá ativa. O QG montado em Campo Grande continuará aberto e, segundo ele, as chamadas “Casas da Direita”, instaladas nos 79 municípios, funcionarão como pontos de apoio à campanha.
“Toda a militância que já foi constituída no primeiro turno vai se manter ativa. Inclusive, o nosso QG que montamos em Campo Grande vai continuar aberto, dando todo o apoio e direcionamento para a nossa militância”, afirmou.
Contar também estabeleceu uma meta para Mato Grosso do Sul no segundo turno.
“O Flávio já ganhou no Mato Grosso do Sul, mas não é suficiente. Nós queremos mais. Então, a nossa meta é bater 70% para o Flávio no Mato Grosso do Sul”, declarou.
O senador eleito convocou candidatos eleitos e não eleitos a permanecerem mobilizados. “A política é viva, ela não pára. A gente pede que todos se mantenham engajados, que acreditem nessa causa. O segundo turno é importantíssimo”, disse.
Mara destaca emprego, renda e força do agro
Eleita para a Câmara dos Deputados, Mara Caseiro afirmou que Mato Grosso do Sul chega ao segundo turno mobilizado em torno de uma agenda que, segundo ela, prioriza crescimento econômico, emprego, renda e fortalecimento do setor produtivo.
“Eu vejo que Mato Grosso do Sul está muito empenhado, muito alinhado em devolver ao Brasil a esperança, voltar a crescer, gerar emprego e gerar renda. É isso que nós queremos e o que nós vemos hoje na eleição do Flávio Bolsonaro”, afirmou.
Mara também destacou o peso do agronegócio na economia estadual ao defender a candidatura.

“Nós queremos devolver a liberdade às pessoas, devolver a esperança para as pessoas e eu tenho certeza de que Mato Grosso do Sul já entendeu a importância de nós levarmos o Flávio para a Presidência”, disse.
Para a deputada federal eleita, o fortalecimento da economia passa pela geração de oportunidades e pela retomada da capacidade de crescimento dos setores produtivos.
“É dar o direito de as pessoas terem oportunidade de emprego, de renda, o nosso agro voltar a ser forte, porque é o que move a economia do nosso Estado. Enfim, é olhar para as pessoas, olhar para os estados e poder devolver o crescimento para o Brasil”, completou.
Flávio aposta na força das lideranças
Ao fazer seu pronunciamento no encontro, o candidato Flávio Bolsonaro destacou a importância da estrutura política formada nos estados e agradeceu aos participantes pelo envolvimento no primeiro turno.
“Eu fiz essa campanha com alegria. Eu buscava me divertir fazendo campanha. Acho que aquilo ajudou a criar também uma onda em todo o Brasil, porque, do nosso lado, a campanha estava leve. A campanha estava com proposta”, afirmou.
Diante de governadores, senadores, deputados e dirigentes partidários, Flávio defendeu que as lideranças que já passaram pelo teste das urnas terão papel central na busca de novos votos.
“A gente vai ganhar a eleição, como eu sempre falei. Quem tem voto no Brasil é a gente. Não é artista famosinho, não é influencer. É deputado, é senador, é governador”, declarou.
O candidato também associou o desempenho alcançado por aliados nas eleições ao peso político do ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Quando a gente faz dois senadores no Rio, dois senadores em Brasília, dois senadores no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, dois senadores em Mato Grosso do Sul e em tantos lugares, podem ter certeza: é porque o eleitor vinculou a sua imagem, as suas propostas, o seu trabalho à credibilidade que tem o presidente Jair Messias Bolsonaro”, disse.
Flávio parabenizou ainda os candidatos eleitos e destacou a composição política do Congresso que sairá das eleições de 2026.
“Eu quero falar para cada um de vocês aqui que ganhou a eleição: meus parabéns. Eu estou muito feliz com esse Congresso que está aí. Esse Congresso está configurado para um presidente como Flávio Bolsonaro”, afirmou.
Mobilização segue até 25 de outubro
A reunião em Brasília marcou o início da articulação nacional do PL para o segundo turno, com a orientação de manter as estruturas eleitorais funcionando nos estados e ampliar o diálogo com prefeitos, parlamentares e lideranças que estiveram em outras campanhas no primeiro turno.

Em Mato Grosso do Sul, a estratégia apresentada por Riedel, Reinaldo e Contar prevê intensificar a mobilização nos 79 municípios. Além da manutenção das estruturas montadas durante a primeira etapa da eleição, o grupo prepara uma reunião ampliada para o próximo dia 14.
O encontro deverá reunir prefeitos, vereadores, parlamentares, candidatos eleitos e não eleitos e lideranças regionais. Segundo Reinaldo, a expectativa é que novas adesões sejam formalizadas durante a reunião, ampliando a base política de apoio a Flávio Bolsonaro para os últimos dias da campanha.


