Após a desocupação, o Iphan adotou medidas iniciais, como limpeza, proteção e fiscalização do espaço, além de iniciar tratativas para a implantação de uma “Casa do Patrimônio” em parceria com a Fundação de Cultura.
No entanto, o andamento do projeto chegou a ser paralisado em razão de normas administrativas estaduais, o que mantém a situação sob análise.
Por esta razão, a 26ª Promotoria de Justiça de Campo Grande levou o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) a instaurar procedimento administrativo para acompanhar as medidas voltadas à recuperação, preservação e conservação de um imóvel.
No âmbito do procedimento administrativo será possível o acompanhamento das ações e novas diligências, como reuniões com os órgãos envolvidos, e todas as ações necessárias para garantir a efetiva recuperação do bem.


