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segunda-feira, 27 abril 2026
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Mercado do boi gordo fecha a semana em clima de calmaria

Os grandes frigoríficos, respaldados por contratos a termo com produtores e pelo uso de animais confinados próprios, mantêm os abates em patamares satisfatórios, relata a Agrifatto

O mercado brasileiro do boi gordo encerrou a semana sem novidades: o ritmo de negócios segue lento e os preços do boi continuam lateralizados nas principais praças do País.

Analistas que acompanham de perto o setor não arriscam em prever para onde vai o preço do boi no curtíssimo prazo, ou seja, não há tendência definida para a arroba para a última semana de setembro.

Confira as cotações dos animais terminados, apurados no dia 26/9 pela Agrifatto; clique AQUI.

Segundo a consultoria, nos Estados de Minas Gerais e de Goiás, os pecuaristas optaram por fracionar os lotes disponíveis e restringir a oferta, obtendo negociações em valores ligeiramente superiores ao longo da quinta-feira (25/9), embora em volumes reduzidos.

“Apesar do avanço das escalas já sobre outubro, o volume comercializado mostrou-se apenas suficiente para garantir, na média nacional, 8 dias de abate, mantendo atendimento regular, mas sem excedentes significativos”, observa a Agrifatto.

Nesta sexta-feira (25/9), em SP, a arroba permaneceu cotada a R$ 310, de acordo com levantamento da Agrifatto, que não apurou ágio para o animal-China.

Nas 16 outras regiões monitoradas diariamente pela consultoria, a média para arroba do boi gordo fechou a semana em R$ 292,65.

Pelos dados da Scot Consultoria, no mercado paulista, o boi gordo “comum” segue negociado em R$ 305/@, a vaca gorda gem R$ 280/@, a novilha terminada em R$ 295/@ e o “boi-China” em R$ 308/@ (todos os preços são brutos e com prazo).

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