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quarta-feira, 29 abril 2026
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Preço do boi em MS é marcado por oferta reduzida e ritmo lento de negócios

Na região de Dourados, o boi gordo recuou R$ 2,00 por arroba, enquanto vaca e novilha mantiveram as cotações. As escalas de abate estavam, em média, para sete dias. Em Campo Grande, todas as categorias registraram queda de R$ 3,00 por arroba, com escalas em torno de nove dias.

A cotação do boi gordo registrou queda em São Paulo nesta terça-feira (28), segundo análise do informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria. O mercado abriu com recuo de R$ 2,00 por arroba para o boi gordo e de R$ 1,00 por arroba para a vaca, enquanto os preços do “boi China” e da novilha permaneceram estáveis em relação ao dia anterior.

De acordo com a Scot Consultoria, o mercado apresentou ritmo lento, com pecuaristas resistentes às negociações diante de ofertas de compra mais baixas. Do lado da demanda, compradores operaram com escalas de abate mais confortáveis e reduziram o interesse por novas aquisições, o que pressionou as cotações. As escalas de abate no estado estavam, em média, para dez dias.

No Mato Grosso do Sul, o cenário foi marcado por oferta reduzida de bovinos e ritmo lento de negócios. Parte dos frigoríficos operava com escalas alongadas e menor necessidade de compra imediata, o que resultou em queda nos preços em diferentes regiões do estado.

Na região de Dourados, o boi gordo recuou R$ 2,00 por arroba, enquanto vaca e novilha mantiveram as cotações. As escalas de abate estavam, em média, para sete dias. Em Campo Grande, todas as categorias registraram queda de R$ 3,00 por arroba, com escalas em torno de nove dias.

Já em Três Lagoas, a cotação do boi gordo caiu R$ 4,00 por arroba, enquanto vaca e novilha não apresentaram variação. As escalas de abate também estavam, em média, para nove dias. No estado, o preço da arroba do “boi China” recuou R$ 2,00.

No mercado externo, as exportações de carne bovina in natura mantiveram desempenho positivo até a quarta semana de abril. O volume embarcado somou 216,3 mil toneladas, com média diária de 13,5 mil toneladas, alta de 11,9% na comparação com o mesmo período de 2025. A cotação média da tonelada ficou em US$ 6,2 mil, avanço de 23,2% na mesma base de comparação.

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