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11 de Janeiro de 2026

Economia

IBGE posiciona MS como 4º com maior número de carteira assinada e 5º com menor desemprego do país

Dez estados e o Distrito Federal atingiram, no terceiro trimestre do ano, a menor taxa de desemprego registrada desde 2012, quando começou a série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral, divulgada nesta sexta-feira (14), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Estas unidades da federação (UF) se situam no mesmo status do Brasil como um todo, que terminou o terceiro trimestre com o menor desemprego já registrado pela série histórica – 5,6% – conforme divulgou o IBGE no fim de outubro.

Esse patamar representa uma elevação na comparação com o segundo trimestre (2,2%). O IBGE classifica essa variação como “estabilidade”.

Confira as taxas de desocupação de todas as UF

Santa Catarina: 2,3%

Mato Grosso: 2,3%

Rondônia: 2,6%

Espírito Santo: 2,6%

Mato Grosso do Sul: 2,9%

Paraná: 3,5%

Tocantins: 3,8%

Minas Gerais: 4,1%

Rio Grande do Sul: 4,1%

Goiás: 4,3%

Roraima: 4,7%

São Paulo: 5,2%

Brasil: 5,6%

Maranhão: 6,1%

Ceará: 6,4%

Pará: 6,5%

Paraíba: 7,0%

Acre: 7,4%

Piauí: 7,5%

Rio Grande do Norte: 7,5%

Rio de Janeiro: 7,5%

Amazonas: 7,6%

Alagoas: 7,7%

Sergipe: 7,7%

Distrito Federal: 8,0%

Bahia: 8,5%

Amapá: 8,7%

Pernambuco: 10%

Carteira assinada

O levantamento aponta que oito unidades da federação apresentam percentual de empregados com carteira assinada no setor privado superior à média do Brasil (74,4%):

Santa Catarina: 88,0%

São Paulo: 82,8%

Rio Grande do Sul: 82,0%

Mato Grosso do Sul: 80,8%

Paraná: 80,7%

Mato Grosso: 78,9%

Rio de Janeiro: 76,7%

Distrito Federal: 76,3%

A pesquisa

A Pnad apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.

Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

Leia aqui: número dos que procuram emprego há mais de dois anos cai 17,8%, diz IBGE.

Estrutura econômica

Ao comentar o cenário dos estados com menores taxas de desocupação, o analista da pesquisa, William Kratochwill, apontou que esses estados apresentam patamares historicamente menores.

-“A estrutura econômica dessas regiões é a principal explicação para terem números tão baixos, porque cada um tem uma característica diferente”, diz.

“Santa Catarina, por exemplo, é a unidade da federação que tem o maior percentual de pessoas contratadas na indústria, completou.

Para explicar por que estados do Nordeste apresentam taxas de desemprego mais altas, o analista do IBGE lembrou que a região é “sabidamente menos desenvolvida economicamente”, além de baixa escolarização.

“Isso talvez seja um empecilho para que se desenvolva mais economicamente, uma vez que falta mão de obra qualificada para a economia crescer”, disse.

Sete estados não chegam a 60% dos empregados com carteira assinada:

Maranhão: 51,9%

Piauí: 52,4%

Paraíba: 55,3%

Pará: 56,8%

Acre: 58,1%

Ceará: 58,9%

Bahia: 59,3%

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