Após a Petrobras anunciar a descoberta de petróleo na Foz do Rio Amazonas, no Amapá, o presidente do Congresso Nacional Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) divulgou uma nota celebrando o acontecimento.
“Hoje é um dia histórico para o Amapá e para o Brasil. Um dia que confirma aquilo em que sempre acreditamos: o Amapá é gigante e tem muito a contribuir para o desenvolvimento do nosso país”, escreveu.
Segundo a Petrobras, “as operações de perfuração permanecem em curso, visando a continuidade da avaliação exploratória, de forma segura e com respeito ao meio ambiente e às pessoas.”
Alcolumbre revelou que foi informado pela presidente da empresa, Magda Chambriard, sobre a descoberta e celebrou os “anos de luta para chegar até aqui”.
“Estávamos certos. Foram anos de luta para chegar até aqui. Lutamos pelo direito de pesquisar a Margem Equatorial e conhecer as nossas riquezas. Lutamos para que, sendo possível a exploração, essa riqueza seja transformada em emprego, renda, oportunidades e qualidade de vida para o povo amapaense e contribua para o desenvolvimento do Brasil.”
O senador acompanha de perto a situação da Foz desde a aprovação do Ibama(Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) ao pedido da empresa para avançar na liberação da pesquisa marítima na Bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial, no estado do Amapá, onde Alcolumbre foi eleito.
Estima-se que as potenciais reservas de petróleo da Margem Equatorial, na ponta norte do país, possam conter de 10 bilhões a 30 bilhões de barris.
Em outubro de 2025, após o Ibama conceder à Petrobras a licença de operação para perfuração de um poço exploratório, Alcolumbre classificou o ocorrido como “um passo histórico”. O aval foi concedido a menos de um mês da COP 30(Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas), que foi realizada em Belém (PA) em novembro.
Durante a COP, Alcolumbre rejeitou haver contradição entre defender o desenvolvimento sustentável e a exploração de petróleo na Margem Equatorial.
“Não há contradição”, afirmou Alcolumbre. “Todos os outros países do mundo que estão presentes na COP utilizam da exploração e da pesquisa de petróleo para bancar a transição energética e a margem equatorial será mais um exemplo deste para o nosso país”, disse.
Em fevereiro deste ano, o Ibama multou a Petrobras em R$ 2,5 milhões por um vazamento de fluido de perfuração de poço exploratório na Bacia da Foz do Amazonas, em janeiro.
Segundo o Ibama, o líquido descarregado acidentalmente no mar pela Petrobras continha componentes classificados na categoria de risco B, o que representava risco médio tanto para a saúde humana quanto para o ecossistema aquático.
Leia a nota na íntegra:
Hoje é um dia histórico para o Amapá e para o Brasil. Um dia que confirma aquilo em que sempre acreditamos: o Amapá é gigante e tem muito a contribuir para o desenvolvimento do nosso país.
Acabei de ser informado pela presidente da Petrobras, Magda Chambriard, de que a companhia identificou a presença de petróleo em águas profundas da Margem Equatorial.
Estávamos certos. Foram anos de luta para chegar até aqui. Lutamos pelo direito de pesquisar a Margem Equatorial e conhecer as nossas riquezas. Lutamos para que, sendo possível a exploração, essa riqueza seja transformada em emprego, renda, oportunidades e qualidade de vida para o povo amapaense e contribua para o desenvolvimento do Brasil.
Esse resultado também mostra a excelência da nossa Petrobras. Meu reconhecimento a todos os técnicos e profissionais da companhia que conduzem esse trabalho com competência, segurança e respeito ao meio ambiente e às pessoas.
Esse é o Amapá gigante que a gente quer: protagonista de um Brasil que cresce com desenvolvimento, preservação e oportunidades para a nossa população.
Viva a nossa gente!
Viva o Amapá gigante!
Viva o Brasil!


