O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) não construiu alianças com outros partidos ao palanque nacional, mas anunciou nesta quinta-feira (6) o apoio aos candidatos de outras oito siglas: MDB, PP, PSDB, PSD, Podemos, Republicanos, União e Novo.
Veja a lista dos candidatos e candidatas ao Senado que serão apoiados por Flávio:
- Acre: Márcio Bittar (PL) e Mara Rocha (MDB);
- Alagoas: Maria Cândia (PSDB) e Arthur Lira (PP);
- Amapá: Rayssa Furlan (Podemos) e Lucas Barreto (PSD);
- Amazonas: Capitão Alberto Neto (PL);
- Bahia: João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos);
- Ceará: Alcides Fernandes (PL) e Capitão Wagner (União);
- Distrito Federal: Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL);
- Espírito Santo: Maguinha Malta (PL) e Evair Melo (Republicanos);
- Goiás: Gustavo Gayer (PL) e Oséias Varão (PL);
- Maranhão: Cidônio Gonçalves (PL);
- Mato Grosso: José Medeiros (PL);
- Mato Grosso do Sul: Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL);
- Minas Gerais: Domingos Sávio (PL);
- Pará: Delegado Éder Mauro (PL) e Zequinha Marinho (Podemos);
- Paraíba: Marcelo Queiroga (PL);
- Paraná: Deltan Dallagnol (Novo) e Filipe Barros (PL);
- Pernambuco: Mendonça Filho (PL);
- Piauí: Tiago Junqueira (PL);
- Rio de Janeiro: Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL);
- Rio Grande do Sul: Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo);
- Rio Grande do Norte: Styvenson Valentim (PSDB) e Cel. Hélio Oliveira (PL);
- Rondônia: Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL);
- Roraima: Hélio Lopes (PL) e Nicoletti (PL);
- Santa Catarina: Carlos Bolsonaro (PL) e Caroline de Toni (PL);
- São Paulo: André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP);
- Sergipe: Rodrigo Valadares (PL) e Coronel Rocha (PL);
- Tocantins: Eduardo Gomes (PL) e Carlos Gaguim (União).
O filho do ex-presidente fez o anuncio de todos os candidatos que seriam apoiados nos estados, incluindo os integrantes do próprio PL que buscarão vagas na Casa Alta.
Os partidos apoiados por Flávio não deram apoio à candidatura bolsonarista na busca pelo Palácio do Planalto. Cada sigla liberou os diretórios estaduais para costurarem alianças por estado.
Nas eleições de 2022, Jair Bolsonaro (PL) recebeu o apoio formal de PP e Republicanos antes das convenções, o que não deve se repetir neste ano.
Outro partido que confirmou neutralidade foi o União Brasil. A sigla teve dois ministérios no governo Lula: Turismo, com Daniela Carneiro e depois Celso Sabino, e Comunicações, com Juscelino Filho. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), também indicou Waldez Góes (PDT) para o Ministério da Integração Nacional e do Desenvolvimento Regional.
De acordo com Marinho, o único estado que o partido encontrou dificuldade para definir o candidato foi em Minas Gerais. Ele fez referência à indecisão sobre a candidatura de Cleitinho Azevedo pelo Republicanos.
“Deu uma confusãozinha né, não podemos ser descuidados. Buscamos uma proximidade com o Cleitinho. Com essas idas e vindas do partido dele, ficamos fragilizados. Apresentamos Flávio Roscoe, o candidato ao governo. Estávamos aguardando a decisão do Cleitinho, ele faz política com o coração. Esperamos mais de 120 dias. É uma insegurança jurídica muito grande e não poderíamos ficar sem palanque”, disse o senador.


