Depois de um primeiro tempo equilibrado, alternando as oportunidades, as equipes voltaram dos vestiários determinadas.
Van Dijk abriu o placar aos cinco minutos, Nakamura empatou. Sumerville fez o 2 a 1 e tudo parecia se encaminhar para uma vitória holandesa, até que Kamada, de cabeça, deixou tudo igual nos minutos finais.
A Holanda começou pressionando nos minutos iniciais e obrigou o goleiro Suzuki a fazer uma grande defesa, e ficando mais com a posse de bola. Os japoneses faziam boas transições, e equilibraram o duelo após a primeira metade da primeira etapa.
Do lado da Laranja Mecânica, Gakpo ficou com a sobra livre de marcação dentro da área, mas chutou para fora. Nakamura devolveu o susto em uma finalização de pé direito após escanteio que também foi para fora. No fim do primeiro tempo, Ueda invadiu a área finalizando, e enganou a torcida nas arquibancadas acertando a rede pelo lado de fora.
O segundo tempo começou com a Holanda valorizando a posse de bola e explorando a bola aérea, sua principal arma. Aos cinco minutos, Gravenberch cruzou para o Van Dijk subir sozinho e abrir o placar.
Sem pressa, a seleção passou a trocar passes na intermediária, e em um a jogada rápida, o Japão chegou ao gol com Nakamura. O camisa 13 bateu da entrada da área, a bola desviou em Van Hecke e enganou o goleiro Verbruggen para o 1 a 1.
A igualdade no placar não durou muito tempo. Sete minutos depois, em novo passe de Gravenberch, Sumerville cortou para o meio e bateu com categoria para marcar um belíssimo gol e colocar a Holanda em vantagem novamente.
Memphis Depay veio a campo, e o Japão também fez suas trocas, transformando o jogo em um toma lá, dá cá: Kubo arriscou de longe, assustando Verbruggen, e Gapko chegou com perigo batendo contra o gol de Suzuki.
Nos minutos finais, quem explorou a bola aérea foi o Japão. Mesmo em desvantagem contra um dos times mais altos do torneio, Ogawa cabeceou e contou com um desvio de cabeça do companheiro Kamada para o 2 a 2.


