A atividade não surgiu do acaso. Ir ao TRE foi um passo natural de quem já entendia, na teoria, o que estava prestes a conquistar na prática.
Nas aulas de Sociologia, os estudantes já vinham sendo preparados por meio de pesquisas, leituras e debates sobre a importância do voto e da participação política, alinhados às habilidades da BNCC (Base Nacional Comum Curricular), que orientam a compreensão dos processos democráticos e o exercício da cidadania.
A parceria entre escola e órgão eleitoral tornou o processo mais simples e acessível, especialmente para estudantes em tempo integral, que encontram na própria escola o caminho para exercer seus direitos.

Protagonistas da democracia
Tirar o título eleitoral aos 16 anos não é obrigação. É escolha. E quando essa escolha acontece com consciência, ela transforma o jovem em um sujeito político antes mesmo de chegar à urna.
Ao garantir o direito de votar, cada estudante passa a ser parte ativa das decisões que impactam diretamente sua comunidade, sua cidade e seu país.
Mediadores da cidadania
A iniciativa da professora Geicyanne Nunes evidencia como o planejamento docente intencional pode conectar conteúdo curricular e vida real.
“Quando o estudante entende que o voto é uma ferramenta de transformação social – e não apenas uma obrigação, ele deixa de ser espectador da política e passa a ser parte dela,” ressalta Geicyanne.
Espaço de formação cidadã
A Escola Estadual Maria Leite reafirma que educar para a cidadania vai além dos conteúdos, criando condições para que os jovens vivenciem, na prática, o que significa participar de uma democracia.
Quando a escola leva seus alunos ao TRE, ela não está apenas facilitando uma burocracia, está formando eleitores conscientes e cidadãos comprometidos com um futuro mais justo e participativo.


